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Do dia 16 de janeiro a 05 de fevereiro de 2012, estaremos começando nosso Jejum de Daniel, convocamos todos os discípulos a se engajarem nesse sacrifício, para juntos avançarmos em nossas conquistas. O objetivo único é o crescimento e o avivamento em nossas células, este é o ano do nosso crescimento, o Sol Nascente sentirá a glória de Deus enchendo este lugar. Fomos chamados para mudarmos a realidade deste setor. Pense, quando estiver fazendo seu sacrifício, naquelas crianças, jovens e adolescentes que estão se perdendo, entregando suas vidas, desde muito cedo, ás drogas e todo tipo de pecado. O Senhor deseja ardentemente nos usar como instrumentos de restauração de muitas vidas. Não temas, sê forte e corajoso! Pois o Senhor é conosco. Aleluia!!
Não se esqueça, com o avanço de nossas células avançaremos também em outras áreas, especialmente na construção do nosso templo, não se esqueçam que temos uma grande obra a realizar no Sol Nascente, e você faz parte dos planos de Deus para a realização dos nossos sonhos. Veja com os olhos da FÉ nosso templo em breve com 40m de cumprimento por 18m de largura, são 720 metros quadrados, todos destinados ao louvor e a adoração do nosso Deus. Servimos a um Deus grandioso, por isso temos sonhos grandiosos. O Sol Nascente não será o mesmo com a chegado do Ministério Internacional Batista do Avivamento em Ceilândia – MIBAC , proclamando JESUS, o Senhor do Sol Nascente.
Abaixo, sugestões para o jejum de Daniel. Participe e sinta o poder de Deus!
FRUTAS EM GERAL: granola, (preparada com leite de soja), castanhas, nozes, avelãs, damasco, amendoim, frutas cítricas, tangerinas, maça, laranja, limão, acerola, kiwi, morango, caju, abacaxi.
LEGUMES E VERDURAS: mandioca, cará, chuchu, batata-doce, batata inglesa, abóbora, moranga, milho, alface, abobrinha, berinjela, pepino, pimentão, beterraba, repolho, rabanete, couve-flor, couve comum, espinafre, cenoura, tomate, vagem, rúcula, manjericão, brócolis.
SUCOS NATURAIS: de toda e qualquer fruta, laranja, melão, abacaxi, melancia, caqui, limão, maracujá, manga, tangerina, goiaba, maça, uva (preparados com ou sem água), se possível sem açúcar,caso não consiga, diminuir bastante a quantidade.
OBS: água de coco e água mineral á vontade.
CHÁS NATURAIS: erva cidreira, hortelã, camomila, erva-doce.
PÃES/BISCOITO:Pão francês, pão integral ( sem manteiga, margarina,requeijão cremoso e patês ), podendo também ser consumido cuscuz ( sem manteiga,margarina,requeijão cremoso e patês ), biscoito de água e sal ( sem manteiga,margarina,requeijão cremoso e patês ).
DERIVADOS DE SOJA: carne, de soja, leite de soja, sucos.
SOPAS: sopa de espinafre, sopa de repolho, sopa de cebola, de ervilhas, legumes em geral.
CALDOS: agrião, caldo de cebola, caldo verde, tomate.
TEMPEROS: sal, alho, cebola, pimentão, cheiro verde.
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Ano da Resposta Impossível. Doze decretos mudarão a nossa sorte e nos acompanharão durante cada mês do ano. Cada mês será uma colheita, e os aspectos aqui apresentados serão como uma gestação espiritual que daremos à luz a cada estação que Deus favorecer para termos uma vida no padrão da chamada do Rei. Em 2010, nós estaremos diante de muitos milagres que nascerão diante de nós. Estamos estudando o tema: 2010, O ANO DA RESPOSTA IMPOSSÍVEL. Para a Família, para o Ministério, para os Negócios, para Cura, para Libertação, para o Crescimento da Igreja, para a Consolidação das Células, para a Multiplicação dos Doze, para Prosperidade Financeira, para Novos Relacionamentos no Senhor, para o Governo do Justo, para as Surpresas Agradáveis de Deus. São doze promessas que todos sonham, e veremos os sonhos se tornando realidade. “Tudo é possível ao que crê” (Marcos 9:23). “Se creres, verás a glória de Deus” (João 11:40). |
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BRASÍLIA - Estrela de um grupo de música gospel e bispo da Igreja Sara Nossa Serra, o deputado Bispo Rodovalho (PP-DF) conseguiu aprovar rapidamente na Câmara, e nesta terça-feira na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado (CAE), projeto de sua autoria que classifica esse gênero musical como manifestação cultural do Brasil. Movimentos ligados a igrejas evangélicas e grupos de música gospel poderão receber benefícios previstos pela legislação federal de incentivo à Cultura, a Lei Rouanet.
O relator da matéria na CAE do Senado foi o senador Gim Argelo (PTB-DF), também ligado a movimentos religiosos na capital federal. Um dos principais pontos é possibilitar que pessoas físicas e jurídicas apliquem parte do Imposto de Renda devido em ações culturais. O projeto segue agora para votação, em decisão terminativa, da Comissão de Educação, Cultura e Esporte.
O projeto possibilitará que grupos de música gospel ou eventos relacionados ao gênero musical disputem patrocínios ou deduções de parcelas do Imposto de Renda por pessoas físicas ou por pessoas jurídicas de natureza cultural, através de contribuições ao Fundo Nacional da Cultura (FNC).
Além de um canal gospel abrigado nos sites da Igreja Sara Nossa Terra e do próprio Bispo Rodovalho, o deputado autor do projeto ainda ganha dinheiro com um grupo formado com Alda Célia e outros bispos da Igreja. Seu site convida, há alguns dias, para o lançamento de um novo DVD do grupo: "A Embaixada do Reino de Deus no Sudoeste tremeu!"
fonte: o globo. |
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Com a finalidade de incluir nos Anais da Casa Joaquim Nabuco a reportagem veiculada pela Folha de Pernambuco, intitulada A Força dos Evangélicos, de autoria da jornalista Sílvia Leitão, o deputado Manoel Ferreira (PR) utilizou o Pequeno Expediente de ontem. “O texto demonstra como o segmento ganha força, não só em Pernambuco, mas no Brasil”, pontuou.
A partir do processo histórico que culminou com a divisão da Igreja Católica, no século XVI, a chamada Reforma Protestante, a jornalista demarca o surgimento de dezenas de denominações cristãs evangélicas. Em Pernambuco, segundo o censo do IBGE (2000), dos 7.918.344 habitantes do Estado, pouco mais de 13% (1.033.324) professam essa fé.
Ferreira ponderou que o próximo Censo, em 2010, deverá trazer o aumento do índice de fiéis. Para isso, citou, mais uma vez, a Folha de Pernambuco. Há dez anos, por exemplo, a Igreja Internacional da Graça chegou ao Estado e implementou cerca de 120 templos. A Igreja do Evangelho Quadrangular é outra denominação bem sucedida. Existe no Brasil, desde 1951, e estima ter, em Pernambuco, aproximadamente cem templos.
fonte: Noticiário Legislativo DOE/PE - 10/2009
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Projeto de lei do senador Marcelo Crivella foi sancionado pelo presidente Lula nesta Quinta-feira, 03 de Setembro. Apóstolo Estevam e Bispa Sonia Hernandes participaram da cerimônia em Brasília O dia 03 de Setembro de 2009 entrou para a história dos cristãos de todo o Brasil. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou o projeto de lei que institui o Dia Nacional da Marcha para Jesus.
O Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), em Brasília, foi o lugar onde aconteceu a cerimônia. Estiveram presentes o Apóstolo Estevam e a Bispa Sonia Hernandes, os Bispos José Bruno e Geraldo Tenuta (Bispo Gê), da Igreja Renascer em Cristo, o senador Marcelo Crivella, autor do projeto de lei, além de representantes de várias denominações.
A cerimônia também contou com a participação do presidente da Câmara, Michel Temer, o ministro de Relações Institucionais, José Múcio Monteiro, e a ministra chefe da Casa Civil Dilma Rousseff.
De acordo com a nova lei, a comemoração será sempre no primeiro sábado subsequente aos 60 dias após o domingo de Páscoa. Em 2010, por exemplo, será no dia 5 de Junho. O objetivo da criação da data nacional é oficializar o evento, que já ocorre regularmente em diversas cidades brasileiras, com o respaldo de leis municipais.
O início de tudo
A Marcha para Jesus é um evento internacional interdenominacional, ou seja, envolve todas as denominações, e ocorre anualmente em milhares de cidades do mundo. É também um evento que une as igrejas cristãs em um ato de expressão pública de exaltação do nome de Jesus Cristo.
A primeira Marcha para Jesus aconteceu em 1987, na cidade de Londres (Inglaterra), e foi fundada pelo pastor Roger Forster, pelo cantor e compositor Graham Kendrick, Gerald Coates e Lynn Green.
Os líderes daquela primeira marcha logo perceberam que haviam iniciado, por acaso, algo que seria grandioso. De início, esperavam 5 mil pessoas para a primeira marcha, mas 15 mil apareceram, vindas de diferentes Igrejas de toda a Inglaterra, para orar em Londres. O evento aconteceu debaixo de uma chuva torrencial e a partir daí, tomou grandes proporções.
Em 1994, aconteceu a primeira Marcha Global para Jesus e cerca de 10 milhões de cristãos, de mais de 170 países, saíram com orações e louvor pelas ruas.
No Brasil, em 1993, por iniciativa do Apóstolo Estevam Hernandes, foi realizada a primeira edição do evento. Ele preside a Marcha para Jesus, e é responsável pela manutenção dos objetivos e propósitos do evento original, bem como pela coordenação e organização da Marcha em todo o território nacional.
Desde então, milhões de pessoas saem às ruas do Brasil declarando que Jesus Cristo é o Senhor!
Fonte: Portal IGOSPEL |
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Apóstolo Gilvan Santos fala do privilégio de ascender à Terra Santa “Também a Terra não se venderá em perpetuidade, porque a Terra é minha.” Levítico 25:23a
De todos os locais conhecidos no Planeta, de todas as terras, todas as geografias, nenhuma delas tem o privilégio de ser chamada de possessão exclusiva do Senhor, a não ser Israel. Explicitamente, a Palavra nos mostra no Antigo e Novo Testamento, que Israel é a porção de terra que Deus escolheu para mostrar aos povos Sua majestade, reinado e poder. Israel foi eleita como referencial de intimidade com Deus para que as nações conhecessem ao Senhor através das maravilhas operadas naquele lugar.
Podemos afirmar, no contexto paternal, que Israel é a “menininha” do Senhor, o “chamego” do Papai, a filha no qual as expectativas de Deus estão depositadas. O Senhor ama aquele local. Ele próprio o escolheu, limpou e cuidou.
Israel é a cidade de Deus, é o local que Deus escolheu para Si, onde Ele só recebe quem Ele convida. E em 1996, fui convidado, e, pela primeira vez, coloquei meus pés na Terra Santa. Foi um momento marcante na minha história. Entendi que naquele momento muita coisa ia mudar na minha vida. Naqueles dias, o Apóstolo Renê Terra Nova, ao ministrar-nos, profetizou que nunca mais a nossa vida seria a mesma depois que retornássemos ao Brasil. Tomei posse dessa palavra e de tantas outras profecias liberadas debaixo daqueles céus. Estava recém casado com Thelma, mulher da minha aliança, e estava sonhando muito com tudo, como todo novato no matrimônio.
Entendi que fui àquele lugar não para fazer turismo e sim para conquistar novas experiências na intimidade com o Pai, pois os céus de Israel são céus que nos levam com facilidade à presença de Deus, seu solo são páginas de sua Palavra, seus muros são como os braços do Todo Poderoso dando-nos proteção e segurança, seus rios são rios de justiça. “Olha para Sião, a cidade das nossas solenidades; os teus olhos verão a Jerusalém, habitação quieta, tendas que não serão derribadas, cujas estacas nunca serão arrancadas e das suas cordas nunca nenhuma se quebrará. Mas o Senhor ali nos será grandioso, lugar de rios e correntes largas; barco nenhum de remo passará por eles, nem navio grande navegará por eles. Porque o Senhor é o nosso Juiz; o Senhor é o nosso Legislador; o Senhor é o nosso Rei e Ele nos salvará.” (Isaías 33:20-22).
Você que não conhece Sião, com certeza, se é discípulo do Apóstolo Terra Nova, já ouviu falar muito de Israel, já deve ter lido e estudado muito a Bíblia sobre o assunto, mas, querido, nada se compara a pisar no solo desta terra. Nossa visão espiritual se descortina de uma forma sobrenatural, fazendo-nos entender a magnitude do plano de Deus com Sião e a forma que em Jesus fomos incluídos nesse contexto. Sou apaixonado por Israel, sou seu eterno namorado!
“O que guarda a figueira, comerá do seu fruto; e o que vela pelo Senhor será honrado.” (Provérbios 27:18). Hoje, sinto-me o mais privilegiado dos homens por comer deste fruto... Tenho a honra de, há cinco anos, ser o responsável pela maior caravana do Brasil a Israel, a caravana do nosso Paipóstolo Renê Terra Nova. Uma caravana que tem em sua essência a honra, pois nenhuma outra teve e recebeu tantos méritos quanto às caravanas que realizamos. Hoje somos reconhecidos pelo Estado de Israel, pois mesmo em momentos de guerras e repressões, nos posicionamos como amantes incondicionais de Sião e não cancelamos nossas viagens.
Quantos homens, empresários, Pastores e Apóstolos poderiam estar nesta posição de levar um povo ao coração de Deus... Muitos, sem dúvida! Mas, sou grato a Ele, que me escolheu e me capacitou para esta grande obra, e isso falo com temor. “O temor do Senhor é a instrução da sabedoria, e diante da honra vai a humildade.” (Provérbios 15:33)
Ascender à Terra do Grande Rei já é, sem dúvida, fruto da permissão dEle, imagine receber a honra de conduzir o Seu povo! Ore por mim e deixe-me ser o teu servo em Sião! Divida esta honra comigo. Deseje profundamente viver esta experiência. Contemplo casos de pessoas armadas apenas com a vontade e a fé inabalável no Deus vivo, o dono de Sião, pessoas que não tinham a menor condição financeira de fazer uma viagem como essa, e as portas se abriram de uma forma escandalosa a favor delas. Isto é um milagre! E milagre é o nome da moeda que você precisa para estar conosco em Israel. Kadima!
Quero agradecer ao meu Deus e ao homem que se deixou ser usado para desatar a minha fé para que eu recebesse essa tremenda honra, ministério e legado de ser servo em Israel. Obrigado, meu Paipóstolo. A você, declaro o meu amor, carinho e respeito! Agradeço, também, a minha equipe no seu todo e, claro, agradeço em especial a Thelma, minha companheira, minha valente apaixonada por Deus e pelo seu ministério, a minha metade: “Sem você, meu amor eu não seria completo no meu ministério. Esta honra também é sua. Te amo”!
Que Yaveh, o Deus de Israel, nos abençoe a todos!
Shalom, no amor do Messias, esperando vê-los na Nova Terra com o Terra Nova.
Apóstolo Gilvan Santos
fonte mir
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Myrian Rosário Baiano de Serrinha, o Apóstolo Renê Terra Nova é um homem simples que demonstra ter intimidade com Deus. Líder do MIR (Ministério Internacional da Restauração), ele tem sob sua autoridade cerca de seis milhões de pessoas espalhadas pelos quatro cantos do Brasil nas Igrejas que adotaram a Visão Celular no Modelo dos 12. Inicialmente ligado ao G-12, liderado pelo colombiano César Castellanos, Terra Nova agora atua de forma independente e conta com 355 mil líderes nas Igrejas que estão sob a cobertura do MIR, fundado por ele. Em 10 anos, apesar dos ataques e oposições, foram muitas as histórias de crescimento e multiplicação de Igrejas. "A visão é uma reforma! Ela não é avivamento. Ela é reforma porque os avivamentos passam, as reformas ficam", analisa.
Acessível, ele nem de longe lembra o estereótipo do "pastor celebridade", que usa diáconos como seguranças e cria dificuldades para atender as pessoas e foge da imprensa. Planejado há algum tempo, o encontro de Terra Nova com a equipe de reportagem do Guia-me durante a estada do Apóstolo em São Paulo, onde participou do Congresso Internacional de Avivamento Total, na Assembléia de Deus do Bom Retiro, foi sugerido e facilitado pela equipe do MIR. Nessa entrevista exclusiva, o apóstolo fala sobre a Visão, unidade, ministério feminino, rebate críticas e diz como anda seu relacionamento com o Pastor Silas Malafaia
Guia-me: Qual é a importância de um evento como o Congresso Internacional de Avivamento Total para a edificação da Igreja?
Terra Nova: É um evento de unidade e uma proposta de consolidação de várias denominações. Os preletores são cada um de uma linha diferente e isso traz um benefício para o Corpo de Cristo, de entendimento, de relacionamentos que são extremamente importantes. Traz, também, uma mentalidade mais saudável para a Igreja, mostrando que nas nossas diferenças nos completamos. Quanto mais diferentes somos, mais completos estamos. A parede da separação caiu, isso é interessante, porque esse evento, há 10 anos, era impossível e depois de 10 anos nós conseguimos lograr esse êxito e hoje estamos estabelecidos com um novo tempo de conquista. Essa é a cultura de unidade que o próprio Rei Jesus propôs e está acontecendo. A unidade não é mais para ser conquistada, é para ser celebrada.
Guia-me: O Pastor Jabes Alencar tem como bandeira a unidade. Existiu alguma dificuldade para o senhor estar num mesmo congresso que antigos desafetos, como Silas Malafaia?
Terra Nova: Na verdade, nós estamos vivendo um tempo de maturidade e isso foi extremamente conquistado pela nossa postura. Nós não fizemos um contra-ataque. Nós mantivemos um silêncio enquanto as pessoas estavam falando daquilo que elas não conheciam. Com o tempo, a Visão foi conquistando o seu espaço, foi provando que era 100% de Deus na sua pureza. (...) Nós estamos vivendo um momento sadio, um momento muito consolidador. Na verdade, eu nunca tive dificuldade de me relacionar com ninguém, porque eu nunca falei nada, não tenho que pedir perdão para ninguém. Então, eu vim muito puro, muito limpo, e encontrar aqui pessoas que são extremamente relevantes dentro do cenário evangélico é salutar. É algo que a gente pode dizer assim: Deus está nesse negócio.
Guia-me: É uma vitória para a Igreja?
Terra Nova: É uma grande vitória. Aliás, eu até usei a seguinte frase numa época: "Jesus mais uma vez ganhou, porque o Reino de Deus não sabe perder". Tudo isso aconteceu até para que o caráter da Visão fosse fortalecido. Claro que as pessoas que estão aqui apoiando-nos como pessoa e como pregador, não estão na Visão. Deixo isso claro como a luz do dia: não estão na Visão e não são da Visão. Eu sou Visão 100%, isso declarado. Na verdade, a Visão me escolheu, eu não escolhi a Visão. É a própria ação de Deus para esse grande mover. Eu me tornei o patriarca da Visão no Brasil e a gente não pode abrir mão desse legado, dessa chamada; Deus me levantou para isso. Agora, estar com o Silas, o Jabes... A Igreja Assembléia de Deus de Manaus aceitou a Visão e caminha com a Visão. Caminha com células, caminha com Encontros, com todas as nuances que a Visão promove. Hoje compartilhar o púlpito com eles é deixar Deus usar a mim e a eles numa outra fase e ver que a maturidade chegou. Não podemos mais estar trabalhando contra, devemos, sim, nos preparar para não resistir o novo porque tem muita coisa nova chegando aí.
Guia-me: O que facilitou a aproximação de grupos tão distintos? Alguém mudou de idéia?
Terra Nova: Eu acho que todo mundo foi ampliado. Eu me preparei para ter esse encontro com saúde, sem precisar estar tocando em feridas do passado. Tivemos aquilo que a Bíblia chama de perdão e nos perdoamos. Foi um encontro maravilhoso que tivemos em Flórida e em outros lugares do Brasil onde nos encontramos. Não é a primeira vez que estamos juntos, esse já é o terceiro evento. Isso já foi consolidado. Inclusive, há falas editadas e publicadas de que, de fato, é gostoso caminhar com homens de Deus e isso é o que está contando agora. Somos homens de Deus e, pela proposta do mesmo Deus, queremos consolidar uma nação para Jesus.
Guia-me: Mudou alguma coisa no método e na pregação das Igrejas aliançadas a partir da criação do MIR, independente do G-12?
Terra Nova: Muita coisa. Na verdade, a Visão do Brasil não tem nada a ver com a Visão de Colômbia, nunca teve. Esse foi um dos pontos que o Pastor César Castellanos até sugeriu que a gente tomasse posições. Nós não somos G-12. Teve alguém que me perguntou: "Você deixou de ser G-12?". E eu disse: ‘não, agora eu sou Je-sus. Sempre fui Je-sus, há muito tempo’, e isso foi o que apregoamos no Brasil. Nós temos uma visão muito definida de Israel e Jerusalém. Nós temos a forma de caminhar com os 12 no discipulado muito mais intensa. Eu tenho discipulado semanal com os 12. Eu me reúno com os 12, com os pastores da Visão, em Manaus. Isso é rigoroso, essa minha agenda é inegociável. Então, meu perfil de discipulado é muito mais intenso do que a proposta do G-12. No G-12, os 12 trabalham numa linha muito definida deles, mas desde quando nós decidimos caminhar com o Modelo dos 12, o Modelo de Jesus, que isso veio trazer uma certa credibilidade e ampliou. Acho que isso também facilitou o entendimento da Igreja do Brasil de nos receber com mais velocidade.
Guia-me: Quem é o seu mentor?
Terra Nova: Eu tenho duas pessoas que hoje estão caminhando comigo. Uma de forma distante, de uma forma horizontal, que é o David Yonggi Cho, que estou com eles uma vez por ano, e a Embaixada de Jerusalém. É a quem eu me submeto, é quem eu deixo impor as mãos sobre mim, quem eu deixo profetizar sobre a minha vida, que é o Malcolm Hedding, que é uma pessoa muito madura, muito séria. Essas duas formas de trabalhar: com a visão de Jerusalém, recebendo essa unção, que é onde eu encontro descanso, eu encontro Palavra que me consolida, e David Yonggi Cho pela unção de multiplicação, porque ele é o patriarca do avivamento celular mundial que ainda está vivo, graças a Deus.
Guia-me: Como o senhor reage às críticas de que a Visão é judaizante?
Terra Nova: Considero como burrice teológica. Me desculpe, mas alguém dizer que a Visão é judaizante é uma ignorância teológica. Essa pessoa não sabe o que é judaísmo. O judaísmo nasceu depois do cativeiro babilônico e nem as festas judaicas que os judeus celebram são festas judaicas, são festas hebraicas. As pessoas não mergulharam nesse sentido porque a Igreja, ao ser cristianizada por Constantino, não teve o entendimento do que é a visão de Jerusalém. Então, a visão de Jerusalém é a visão que a Bíblia diz, que de Jerusalém saiu a Palavra e de Sião a lei para toda a terra. Nós sabemos que há um sinal em Jerusalém para as nações. Há um sinal em Jerusalém para toda a terra e vemos que as pessoas se ufanam, falam daquilo que não conhecem e chegam a fazer afirmações teológicas. Você tem que saber que uma pessoa que é teóloga não faz uma afirmação dessas, porque a própria academia teológica ajuda e promove a reflexão, a ciência do pensamento. A própria ciência do pensamento estimula o indivíduo a raciocinar de uma outra forma. Uma pessoa que é teóloga pode até discordar, mas ela respeita. As pessoas que discordam e que emitem crítica sem conhecimento, me desculpe, revelam obtusidade.
Guia-me: Embora seja um método eficaz, a Visão não apresentou resultados, em termos de crescimento, em algumas Igrejas. Algumas até mirraram depois da Visão. A que o senhor atribui isso?
Terra Nova: Ao líder. O líder é a chave. A proposta da Visão é de crescimento e de multiplicação. Cresce pelas células e multiplica-se pelos 12. Se o líder não conseguiu entender... Porque além de você ler a Visão, a Visão tem que ler você. A pessoa conseguiu ler a Visão, mas a Visão não leu a pessoa, não houve reciprocidade. Eu diria que está no líder. Eu desconheço o ministério que entrou seriamente na Visão e que não tenha crescido. O mínimo que aconteceu foi que o ministério cresceu. Eu posso dizer do meu testemunho pessoal. Eu era pastor batista, da Convenção Batista Brasileira, e eu não sofri um cisma, eu não tive uma perda pela inteligência transicional. Se alguma Igreja teve algum cisma e teve algum tipo de reação... (O motivo das perdas) foi a falta de habilidade na transição.
Guia-me: No início, as Igrejas aliançadas demonstravam muita resistência a participar de eventos, convidar pregadores e até de liberar seus jovens para terem relacionamentos com crentes de outras Igrejas. Isso mudou? Por quê?
Terra Nova: Eu desconheço essa forma de interpelar a Visão, que o púlpito não tem acesso para outras pessoas. É claro que nós éramos mais criteriosos e eu também ainda sou muito criterioso. O púlpito do MIR é um púlpito extremamente cobiçado porque quem não quer falar para milhares de milhares de milhares? Na verdade, é um púlpito solicitado, oferecido. Tem pessoas que se oferecem, que pedem para estar no púlpito da Visão, em Manaus. Mas em muitas Igrejas, até hoje eu tenho um pouco de resistência, porque tem muitos púlpitos vulneráveis ainda hoje dentro da Visão. Na questão dos jovens, eu não lembro de ter sido emitida uma ordem com qualquer tipo de conceito de que jovens da Visão não se relacionam com outros jovens. Pelo contrário, nós temos dois projetos, um chamado AJI, que é Aliança Juvenil Internacional, que o mentor desse projeto é o Apóstolo Maurício debaixo da minha bênção. E tem hoje o ANJU (Associação Nacional de Jovens em Unidade), que minha filha Larissa hoje está tocando esse projeto, para exatamente atingir Igrejas que não estão na Visão trazendo unidade com a AJI e juntos explodirem num grande avivamento. Inclusive, já pregou em vários países do Brasil e fora do Brasil, trazendo essa unidade, esse relacionamento de pastores e liderança juvenil para explodir a unidade dos jovens, porque os jovens são a alegria do arraial de Deus.
Guia-me: Uma das características da Visão é o incentivo ao ministério feminino. Qual é a importância do ministério feminino para a Visão?
Terra Nova: Na verdade, a Visão estimulou. O ministério feminino sempre esteve presente, desde os dias de Jesus. Mas na Igreja, a mulher, principalmente a esposa do pastor, era muito escondida, não ministrava, não pregava, não ensinava. E essa questão de trazer os grupos homogêneos, os homens liderarem homens e mulheres liderarem mulheres, e a própria questão da Visão Celular no Modelo dos 12, as mulheres levantarem os 12 e os homens levantarem os 12, desatou lideranças femininas poderosíssimas. Inclusive, hoje nós temos pastoras, bispas, apóstolas de avivamento. Algumas saíram com notoriedade. Pessoas que nunca esperávamos despontaram como liderança. Mulheres que estavam adormecidas na liderança explodiram, acordaram a liderança que tinha dentro delas. Eu acredito que a Visão contribuiu para acelerar aquilo que já existia. A Assembléia de Deus, por exemplo, tinha muitas mulheres em linha de frente como missionárias, e hoje pastoras são ungidas. Eu fiquei muito agradecido a Deus pela Cassiane, uma pessoa que penetra em vários auditórios, vários segmentos, ser a primeira mulher na Assembléia de Deus a ser ungida pastora. Isso é um leque de avivamento, uma quebra de paradigmas. Por outro lado, também, vai estimulando os pastores a raciocinarem que desde os dias de Sara até os dias de hoje, mulheres na Bíblia eram pastoras. Nisso, a Visão contribuiu bastante.
Guia-me: Como é o seu relacionamento atual com o Pr. Silas Malafaia?
Terra Nova: É muito superficial. Todo mundo pensa que a gente está de beijinhos e abraços por aí, mas isso não é verdade não. A gente ainda tem muita coisa para vencer. A gente se aceita, a gente se ama no Senhor, a gente não se agride, mas não é nada profundo, não. Ainda vai ser, ainda vai chegar lá. A gente ainda está vencendo muita coisa porque, apesar de a gente ter libertação, cura e vencer dificuldades de alma, a gente é gente. Tem muita coisa que ainda precisa ser acertada. É um processo, mas já avançamos muito. Eu diria que já fomos 30% dos 70% que faltam por aí.
Fonte: www.guiame.com.br |
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Mais de 2000 fiéis se manifestaram em oposição ao Projeto de Lei 122/06, no último Sábado, 20, pela Estrada da Praia Ponta Negra “Não ao PL 122/06, sim à Família”. Esse foi o grito das mais de 2000 pessoas, segundo os organizadores, que participaram da passeata contra o Projeto de Lei que autoriza a união de pessoas do mesmo sexo, no Sábado, 20, pelas ruas da Ponta Negra, Zona Oeste de Manaus.
A manifestação que teve sua concentração às 18h, em frente ao Templo do MIR, contou com a participação massiva de líderes e discípulos do MIR, do Ministério Gerando Vidas, assim como de outras congregações que se uniram para ecoar um só grito contra a depravação moral, ética e espiritual.
Com faixas que expressavam palavras de ordem e os rostos pintados com as cores verde e amarela, a atuação dos jovens lembrou um fato na história da política brasileira, em 1992, quando os “caras–pintadas” saíram às ruas do País para pedir o Impeachment do então presidente Fernando Collor. Se nessa época a reivindicação era sobre justiça para com os valores éticos e morais na política brasileira, os intitulados “jovens profetas” do último dia 20 de Setembro foram decretar os princípios familiares e divinos na sociedade.
Atrás de um trio-elétrico composto pelas lideranças evangélicas dos ministérios anfitriões do evento, a multidão orou e profetizou pelas ruas em favor dos princípios cristãos em todo o Brasil. Das sacadas dos edifícios e das janelas dos automóveis, era visível a curiosidade das pessoas perante a evolução dos manifestantes em uma das principais vias da cidade manauara.
Para o líder do Ministério Internacional Gerando Vidas, Apóstolo Canuto Couto, a passeata foi um primeiro momento de alerta para a Igreja quanto às decisões parlamentares sobre o projeto de lei. “Essa manifestação foi tão-somente uma abertura e criou uma postura para a Igreja, mas queremos fazer ainda melhor e podemos fazer o melhor. Essa manifestação veio para acordar a Igreja com relação às tomadas de decisões que estarão ocorrendo no Congresso Nacional”.
Com relação à atuação da mídia secular na cobertura dessas manifestações evangélicas, Apóstolo Canuto foi bem franco ao dizer que ela está a favor desse tipo de projeto e, por conta disso, se ausenta nesses momentos, mas chamou atenção para os meios de comunicação cristãos que precisam oferecer um total suporte nesses eventos.
“Precisamos nos mobilizar de forma mais intensa. Quando o presidente da república vir aqui, temos que nos manifestar. Ele é um dos que apóiam o PL 122/06. Precisamos, também, do apoio da mídia evangélica, porque ela esteve ausente. Não podemos contar com a mídia secular, porque eles de maneira geral, apóiam este projeto”, enfatizou.
O percurso finalizou em frente ao Anfiteatro da Ponta Negra onde ocorreu um momento de reflexão e oração com os líderes da Rede Juvenil do MIR, Apóstolo Maurício e Bispa Rachel Castro, sobre a atitude de a Igreja como promotora dos princípios divinos na Terra.
O que é o Projeto de Lei 122/2006?
O Projeto de Lei 122/2006 de autoria da Deputada Federal Iara Bernardi (PT-SP) prevê a punição com até cinco anos de prisão para as pessoas que proibirem ou condenarem a expressão e manifestação da afetividade entre homossexuais, bissexuais ou transgêneros nos locais também permitidos aos heterossexuais.
A lei traz alterações no Código Penal e na Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT), considerando como crime a demissão de alguém por ser homossexual, a proibição da entrada dessas pessoas em igrejas, hotéis, motéis e restaurantes, na discriminação no aluguel e venda de imóveis, na promoção de pessoal nas empresas e no sistema de ensino, entre outras medidas.
Como contribuir contra o Projeto de Lei
Manifeste sua opinião contra o PL 122/06 por meio do serviço “Alô Senado” (0800-612211). Nele você pode enviar suas críticas, sugestões e recados aos senadores do seu estado ou opinar sobre projetos em discussão no Senado. Mais informações: www.senado.gov.br.
Outro meio de colaborar e ficar informado sobre o andamento do projeto é através do serviço “Fale com o Deputado” disponível no website www2.camara.gov.br, em que você pode enviar mensagens para o Deputado da sua cidade ou nação.
Faça sua parte, seja um cidadão que honra os princípios de Deus em seu País.
fonte mir - Atualizado em 2008-09-25
Evangélicos marcham contra PL 122/06 |
Apóstolo Marcel Alexandre
Estamos em um ano eleitoral. Estamos, também, diante da tão conhecida expressão popular que é: Chegou a hora da política, e aí? O pastor é um líder religioso que está diretamente em contato com o público. Considerando que política tem tudo a ver com religião, alguns pastores e líderes acertadamente e por vocação se candidatam e passam a exercer cargos políticos. Mas afinal, você concorda na mistura das duas carreiras? Pode pastores e líderes cristãos se misturarem nesse negócio?
Na velha maneira de fazer política, ouvimos dizer que ocorriam negociações do tipo: Atrair benefícios para a Igreja, como a doação de terrenos para templos; algum tipo de financiamento facilitado; obter concessões de rádios e TVs; ter tratamento especial perante a lei... Esses são apenas alguns tipos de barganhas, "acertos", acordos e composições de interesse que costumavam ocorrer nos bastidores em épocas de campanhas eleitorais, envolvendo também políticos e candidatos evangélicos. Misericórdia!
Mas a visão do Governo do Justo vem exatamente com a proposta de casar a legitimidade da expressão sacerdotal e profética da Igreja com o clamor da sociedade por uma política decente, ordeira, honesta, limpa, ética. No que depender do Governo do Justo, nenhum tipo de velho comportamento será avalizado para fabricação de votos ou apoios.
Como líderes de um povo, devemos considerar o valor da representatividade do povo cristão/evangélico nos pleitos políticos e o fato de que a nossa representatividade fala da mais expressiva, organizada, e com maior capacidade e poder de transferência de votos. Por isso, muito cobiçada dentre todos os segmentos da população por conta do seu poder de influência.
Assim sendo, o Governo do Justo tem entendido a indispensável tarefa de contribuir para que o processo eleitoral não continue sendo margeado pela esperteza dos ímpios e ganância dos poderosos, continuísmo dos mesmos, sofismas dos “espertos” e a tola submissão dos desavisados, que resultou numa sociedade em desagregação que tolera coisas intoleráveis.
O Governo do Justo visa também trazer sua contribuição informativa e formativa à comunidade religiosa a ela vinculada, na intenção de contribuir para um processo eleitoral no qual o voto evangélico não seja manipulado, como muitas vezes já o foi, mas usado com consciência e objetividade, ajudando a Igreja a amadurecer no exercício da sua cidadania política de forma coerente com sua fé, com sua crença.
Inspirado nos revolucionários líderes Moisés e Jesus, que com suas mensagens e mandamentos poderosos ajudaram a sociedade da sua época, e estenderam seus ensinos até os dias de hoje, apresento aqui alguns conselhos, dicas, que considero fundamentais sobre o bom uso do dito voto evangélico.
1. O seu voto é inegociável e intransferível. Com ele, você terá a oportunidade de expressar sua consciência como cidadão. Por isso, o voto precisa refletir a compreensão que você, como cristão, tem de seu País, Estado e Município.
2. O cristão deve pautar a sua consciência política nos princípios da Palavra, apesar dos contextos sociais desafiadores vividos em nossos dias. Ele deve ajustar sua maneira de ver a realidade social, pela Palavra de Deus, buscando ajuda do líder da Igreja e através do que Deus está fazendo em sua realidade e conduzir o voto naquela direção.
3. Os pastores e líderes têm obrigação de orientar os fiéis sobre como votar com ética, discernimento e compromisso com a Palavra de Deus. No entanto, a bem de sua credibilidade, o pastor ou o líder evitará transformar o processo de orientação política numa ação de manipulação e indução político-partidária.
4. Os líderes evangélicos devem ser sábios, democráticos (porque essa é a atual maneira de fazer política) e zelosos do governo divino sobre as instituições. Portanto, devem zelar pelo processo de escolha/indicação de quem a comunidade deve votar. Dentro do possível, deve-se organizar debates multipartidários/multivisionários, nos quais, simultânea ou alternadamente, representantes das correntes partidárias/visionárias possam ser ouvidos sem preconceitos, visando obter conhecimento dos movimentos políticos sociais que de certo ajudarão na decisão final dos apoios/escolhas.
5. A diversidade social, econômica e ideológica que caracteriza a igreja evangélica no Brasil impõe que sejam conduzidos processos com a devida organização, temor, respeito e sabedoria visando o apoio aos candidatos ou partidos dentro do ambiente de vida da igreja evitando o constrangimento dos eleitores (o que é criminoso) e zelando para evitar divisão (em todos os sentidos) na comunidade.
6. Nenhum cristão deve sentir-se obrigado a votar em um candidato pelo simples fato de ele se confessar cristão evangélico. Antes disso, os evangélicos devem discernir se os candidatos ditos cristãos são pessoas lúcidas e comprometidas com as causas de justiça e da verdade. E mais: é fundamental que o candidato evangélico queira eleger-se para propósitos maiores do que apenas defender os interesses imediatos de um grupo religioso ou de uma denominação evangélica ou apenas ter um mandato. É óbvio que a Igreja tem interesses que passam também pela dimensão político-institucional. Todavia, é mesquinho e pequeno demais pretender eleger alguém apenas para defender interesses restritos às causas temporais de uma instituição. Um político de fé evangélica deve ser, sobretudo, um evangélico na política e não apenas um "despachante" a serviço de grupos. Ao defender os direitos universais do homem, a democracia, os princípios do Reino de Deus, entre outras conquistas, o cristão estará defendendo a Igreja.
7. Os fins não justificam os meios. Portanto, o eleitor cristão não deve jamais aceitar a desculpa de que um evangélico político votou de determinada maneira e muito menos que ele votou em determinado político, porque obteve a promessa de que, em assim fazendo, conseguiria alguns benefícios para a igreja ou para si mesmo, quer sejam rádios, concessões de TV, terrenos para templos, linhas de crédito bancário, propriedades, tratamento especial perante a lei ou outros "trocos", ainda que menores. Conquanto todos assumam que nos bastidores da política haja acordos e composições de interesse, não se pode, entretanto, admitir que tais "acertos" impliquem na prostituição da consciência cristã, mesmo que a "recompensa" seja, aparentemente, muito boa para a expansão da causa evangélica. Jesus Cristo não aceitou ganhar os "reinos deste mundo" por quaisquer meios, Ele preferiu o caminho da cruz.
8. Os votos para Presidente da República e para cargos majoritários e todos os outros devem, sobretudo, basear-se em programas de governo, nas propostas e no conjunto das forças partidárias por detrás de tais candidaturas, suas ideologias e com muitos cuidados que, no Brasil, são, em extremo, determinantes: ‘preste atenção se o candidato tal é ateu’, ou ‘se candidato tal tem posturas contra as igrejas’, ou ‘se o candidato é contra a causa dos evangélicos’. É bom saber que a Constituição do país não dá a quem quer que seja o poder de limitar a liberdade religiosa de qualquer grupo, mas, na prática, não é assim que vemos. Somos em meio ao silêncio acintosamente discriminados e perseguidos nesta Nação.
9. Sempre que um eleitor evangélico estiver diante de um impasse do tipo: "o candidato evangélico é ótimo, mas seu partido não é o que eu gosto", é compreensível que dê um "voto de confiança" a esse irmão na fé, desde que ele tenha as qualificações para o cargo. Entretanto, é muito bom considerar que ninguém atua sozinho, por melhor que seja o irmão, em questão, ele terá grande desafio para transcender a agremiação política de que é membro, ou as forças políticas que o apóiem. Fiquem atentos às ideologias e não se percam nos bonitos discursos que geralmente eles nos enganam. Vejam a barca furada que nos metemos com esse governo atual que quer apoiar abortos e homossexualismo, verdadeiras abominações diante de Deus e da nossa fé.
10. Nesse processo de construção de valores políticos, devem ser observados os papéis com muita prudência. O pastor deve ser obedecido em tudo aquilo que ensina sobre a Palavra de Deus, de acordo com ela. No entanto, no âmbito político-partidário, a opinião do pastor deve ser ouvida como a palavra de um cidadão, e respeitada em concordância com a Palavra de Deus, sem nos esquecermos que esse sacerdote tem-nos acompanhado e aconselhado em todas as áreas da nossa vida e que Deus fala por ele. Mas é possível que você tenha opinião pública política diferente do seu pastor ou seus líderes espirituais. Saiba lidar com essa diferença sem ferir os princípios espirituais.
O pastor é um homem público, e homem público é aquele que lida com uma sociedade, particularmente a comunidade religiosa local, regional ou a nacional, isto vai depender do seu campo de atuação pastoral. Devemos entender que a Igreja está acima da opinião pública, contribuindo para a estruturação de uma visão coletiva e comunitária com base na Palavra de Deus que é a bússola da vida.
Finalmente, quero considerar que precisamos estar atentos aos destinos da nossa sociedade e agir com maturidade, equilíbrio, mas, também com muita garra sabendo que vamos decidir os próximos quatro anos da nossa cidade e que a decisão de agora influenciará nas próximas decisões de daqui a 2 anos. Nós não podemos ser omissos muito menos errar nas escolhas. “Disse o Deus de Israel, a Rocha de Israel a mim me falou: Haverá um justo que governe sobre os homens, que governe no temor de Deus. E será como a luz da manhã, quando sai o sol, da manhã sem nuvens, quando pelo seu resplendor e pela chuva a erva brota da terra.” (II Samuel 23:3-4)
Apóstolo Marcel Alexandre
fonte mir |
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Ações americanas e participação dos países árabes são os principais pontos abordados por Samuel Feldberg Durante uma entrevista ao portal folha Online, no dia 14 de Maio, data em que se comemorou os 60 anos da criação do Estado Israelense, o cientista político Samuel Feldberg, membro do Grupo de Análise de Conjuntura Internacional da Universidade de São Paulo, USP, destacou alguns pontos importantes que permeiam o conflito entre israelenses e palestinos.
"A questão palestina normalmente é abordada de forma muito simplória: os países árabes preocupados com o sofrimento dos palestinos, pressionando Israel para ter uma solução. Obviamente isso não é verdade, nem parte da verdade. Quando se analisa a participação dos países árabes do conflito de 1947/48, vê-se nitidamente uma dispersão dos recursos aportados pelos países árabes e a defesa de interesses próprios que, na maioria dos casos, iam frontalmente contra o interesse dos palestinos”, assim descreve o analista quando perguntado sobre a participação dos países árabes no processo de paz entre as duas nações, que, segundo ele, o que mais se viu foram interesses socioeconômicos.
Para Feldber, um dos principais problemas desse conflito bélico está relacionado à consolidação do Estado judeu. “Após a guerra de 1967 e da reversão dos revezes iniciais da guerra de 1973 houve a geração de uma percepção ampla que a consolidação do Estado de Israel era irreversível. Ou seja, o país conseguiu se fortalecer e garantir a sua existência. Talvez o maior problema que exista a partir deste momento seja a multiplicação de forças que deixaram de canalizar suas energias em uma única direção”.
O analista discorre ainda que, quando a maior preocupação de Israel deixou de ser geopolítica, as atenções se voltaram para a relação com a população palestina nos territórios ocupados e a tensão com relação aos árabes dentro do estado judaico. “Se hoje o problema central tiver de ser focado, ele está relacionado com algo que podemos chamar de identidade do Estado de Israel. Com isso, há uma dispersão interna na sociedade israelense”.
Quando questionado sobre a participação norte-americana nas mediações do conflito, Samuel Feldber faz um breve balanço das contribuições de alguns presidentes para o problema, como a de Jimmy Carter que deu ênfase às mediações no Oriente Médio, levando o acordo de Paz entre Israel e Egito, a fraca negociação de resgatar o processo de paz em última instancia no governo de Bill Clinton, bem como a do atual governo que, para ele, nenhum empenho concreto e muito menos importante nos dois mandatos de Bush foram suficientes para se chegar a um acordo entre os dois países.
“Não acredito nas previsões de que até o fim de 2008 vai acontecer alguma coisa. Certamente não vai acontecer nada no final do governo Bush. E, obviamente, dependendo de quem será o próximo presidente, as opções são muito amplas”, salientou o cientista político que ressalta a ausência de mudança referente às mediações do conflito caso o partido democrata vença as eleições presidenciais em novembro.
“Os democratas vão ter problemas muito mais sérios para tratar que mediar o conflito israelo-palestino, que tem o agravante de não permitir deslumbrar uma solução. É um campo de areia movediça em que o presidente entra e envolve a questão de relacionamento de países árabes produtores de petróleo, e a questão do Iraque, onde a popularidade norte-americana já é um problema e só se complica se houver percepção de apoio a Israel ou mesmo de equilíbrio”, finalizou.
(Fonte: Folha online, em 14/05/08) |
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Apóstolo Arão Amazonas A maioria dos cristãos não foi ensinada sobre a revelação completa do que Jesus realizou através de Sua morte e ressurreição. Quando Jesus derramou o seu sangue por nós, havia muito mais do que podemos imaginar para a redenção humana.
Cada lugar pelo qual Jesus passou trazia consigo sinais e representatividade do que estava para acontecer no mundo espiritual e físico. Nesta Páscoa, queremos celebrar este momento tomando posse de forma plena e consciente de todos os benefícios que Deus disponibilizou a nosso favor. Vamos celebrar a Páscoa em memória dEle, vamos lamentar o ocorrido no sofrimento do nosso Senhor Jesus, mas não vamos ficar por aí, vamos levantar-nos e celebrar os milagres grandiosos que Ele nos proporcionou por causa do Seu sangue derramado naqueles dias. O homem pecou no Jardim do Éden e trouxe a ruína. Ele precisaria de redenção, pois sem derramamento de sangue não há remissão de pecados. Este decreto foi estabelecido assim, pois o sangue é meio de expiação. Antes de sair do Egito, os hebreus tiveram suas casas marcadas com sangue do Cordeiro para que entrassem na terra prometida livres das maldições do Egito. Na caminhada pelo deserto, em busca da terra que manava leite e mel, os hebreus anualmente celebravam o dia da expiação, que através de um sumo sacerdote tinham seus pecados expiados através do sangue que era aspergido por setes vezes no santíssimo lugar. As sete vezes da aspersão tinham grandes significados que apontavam para o Cordeiro perfeito que haveria de ser manifesto. Jesus, como Cordeiro de Deus, derramou Seu sangue para nossa redenção e por sete vezes diferentes aspergiu seu próprio sangue, comprando de volta nossa liberdade. A fonte de poder de Deus na vida de cada crente é o sangue do Senhor Jesus que foi derramado a favor dos que haveriam de ser chamados de redimidos pelo sangue. O derramamento do sangue pode trazer-nos de volta para o lugar original que tem bênçãos e grandiosas provisões.
Vejamos os lugares onde o sangue de Jesus foi derramado e os seus significados para nossas vidas. 1. Força de Vontade
Tudo começou em um Jardim. Em Gênesis 3:6-17, Adão e Eva decidiram comer o fruto que Deus tinha dito que não comessem. Mas o desejo e a vontade deles foi superior e deixaram-se seduzir pelo pecado. A coisa mais incrível que foi perdida para toda a humanidade foi a habilidade de entrar em concordância com a vontade do Pai e escolher contra a vontade do inimigo. Naquele momento, o primeiro Adão sacrificou a força de vontade de toda a humanidade. O primeiro lugar que Jesus derramou seu sangue foi no Jardim do Getsêmani (Mt 26:30-34). A nossa primeira perda foi através de Adão em um Jardim e agora vemos Jesus, o último Adão, redimindo a nossa vontade em um jardim, também. Três vezes nós vemos Jesus clamando ao seu Pai dizendo: “Pai, se for possível, passe de mim este cálice, todavia seja feita não a minha vontade, mas a tua vontade”. Lucas 22:43-44 diz que Jesus entrou em grande agonia, que Ele suou gotas de sangue que caíam sobre o chão. Médicos afirmam que angústia intensa, agonia e grande pressão estressante podem fazer com que os vasos sanguíneos se rompam por baixo da pele e o sangue venha para fora como se fosse suor. O poder do sangue nos ajuda a sermos servos submissos à vontade do Pai. A grande luta da humanidade é submeter-se à vontade do Pai em vez da sua própria. Podemos vencer drogas, imoralidade, o secularismo desenfreado que assedia nossa vontade através de uma vontade redimida e entregue nas mãos do Pai.
2. Chicoteado e Flagelado A desobediência da humanidade fez com que doenças se instalassem no planeta como conseqüência do pecado. Somente a redenção traria cura divina. Em Mateus 27:26, vemos que Jesus foi entregue para ser flagelado. Flagelamento era a pior e mais cruel forma de punição. A carne era geralmente cortada com açoites horríveis.
Jesus foi publicamente chicoteado com um chicote de nove tiras, e isto por 39 vezes. Esse tipo de chicote tinha as tiras de couro carregadas com pedaços de metais dentados ou ossos pesados ao final. Debaixo de uma punição judaica, um açoite deveria ser dado a um prisioneiro em 40 chicotadas, além de ser uma grande humilhação pública para um judeu (Dt 25:3). Raramente davam-se 40 chicotadas, porque ser açoitado por 40 vezes poderia ser fatal. Salmo 129:3 diz: “Passaram o arado em minhas costas e fizeram longos sulcos”. Este é um pequeno quadro daquilo pelo qual Jesus passou. Lemos em Isaías 50:6: “Ofereci minhas costas àqueles que me batiam, meu rosto àqueles que arrancavam a minha barba; não escondi a face da zombaria e dos cuspes”. Nosso Senhor passou ferimentos terríveis para nos redimir das doenças. Em Isaías 53:3 lemos: “Por suas pisaduras nós fomos sarados”. Seu sangue foi derramado pela segunda vez e correu por todos os órgãos expostos do seu corpo. Por conta disso, reivindicamos nossa cura no nome de Jesus por Seu sangue derramado. Médicos têm comprovado que existem 39 raízes de doenças. Jesus foi chicoteado 39 vezes. Cada chicoteada representava uma raiz de doença. Ele foi batido com o chicote de nove tiras. E nove é o número que significa totalidade. Cada doença foi redimida na sua plenitude. Por suas feridas, nós somos curados. A cura divina já foi providenciada para nós. Enfermidades são maldição da lei. Em Cristo, todas as maldições são quebradas.
3. Coroa de Espinhos A desobediência trouxe maldição sobre o solo: espinhos e cardos. Um espinho tem poder de ferir tremendamente. Um cardo multiplica-se tão rapidamente que é dito que alguns tipos de cardos podem ter de 3 a 400 sementes dentro de uma só cabeça. Esses espinhos e cardos prejudicam e obstruem o solo e destroem a esperança de qualquer fazendeiro. Isso fez com que Adão fizesse algo que ele nunca tinha feito antes: trabalhar duro e pesado para ganhar a vida com o suor do seu rosto (Gn 3:19). Depois que Jesus foi chicoteado, eles colocaram uma coroa de espinhos em sua testa. É dito que os espinhos da coroa tinham em média 20 cm. Enquanto ela foi enfiada em sua cabeça, não foi suor que saiu de sua testa, mas sangue que correu sobre a sua face. Jesus derramou o seu sangue pela terceira vez com a coroa perfurando sua testa e seu sangue vertendo sobre a sua face, para quebrar a maldição da pobreza da nossa terra. Em Mateus 27:29, vemos que o símbolo da pobreza foi colocado em sua cabeça, e nossa liberdade de trabalhar e andar em abundância foi obtido. Fomos reconectados na prosperidade através do sangue que foi vertido em sua cabeça. Ele se fez pobre para que pela Sua pobreza fôssemos em tudo enriquecidos.
4. Suas mãos foram perfuradas Gênesis 1:26-28 diz que Deus colocou todo o domínio e autoridade nas mãos de Adão e Eva. Por causa do pecado, Adão e Eva perderam tal autoridade e poder. Quando os pregos perfuraram as mãos de Jesus e o sangue escorreu, seu sangue, agora derramado pela quarta vez, redimiu nosso domínio e autoridade. Por causa do sangue que cobriu suas mãos, podemos tomar posse daquilo que nos foi tirado. Olhe na história de José. Ele foi levado para a casa de Potifar e mesmo naquele lugar ele prosperou. Em Gênesis 39:2-3, lemos: “E o Senhor era com José e ele era um homem próspero e passou a morar na casa do seu senhor egípcio. Quando este percebeu que o Senhor estava com ele e que todas as obras de suas mãos prosperavam, colocou-o como mordomo em sua casa e administrador até de suas finanças”. Precisamos tomar posse de que as obras de nossas mãos são abençoadas por causa do sangue derramado através dos pregos que perfuraram as mãos de Jesus. Imponha suas mãos sobre você mesmo, sobre seus filhos, seus negócios, sua igreja, e tome posse daquilo que foi tomado no Jardim. Tudo que você colocar as mãos para Deus, por causa do sangue, certamente prosperará.
5. Os seus pés foram perfurados Deuteronômio 28:13 diz: “E o Senhor te porá por cabeça e não por cauda, estarás sempre por cima e não por baixo.” Essa foi a promessa de Deus aos filhos de Israel se eles ouvissem aos mandamentos do Senhor, mas eles não quiseram ouvir e então a maldição de enfermidades se instalou. Em Deuteronômio 11:24, lemos: “Todo lugar que puseres a planta do vosso pé será vosso por herança”. Quando o prego atravessou os pés de Jesus e o seu sangue correu pela quinta vez, a Autoridade e o Domínio foram tomados de volta. Seu sangue precioso nos deu novamente autoridade no nosso caminhar. Aonde quer que estejamos o Reino de Deus está a nossa disposição. Somos benditos ao entrar e benditos ao sair. Temos autoridade de ir no campo do inimigo, despojar seu território, e amarrá-lo no nome de Jesus, por causa do sangue do Cordeiro. Deus disse a Josué que todo solo que pisasse a planta do seu pé seria dele. É chegada nossa hora. Vamos reconquistar os territórios perdidos de nossa casa, família, finanças e tudo o mais. 6. Seu lado foi traspassado O sexto lugar onde sofremos perdas é onde o inimigo colocou dores, pesares e sofrimentos em nossos corações. O sexto momento em que Jesus derramou seu precioso sangue foi quando uma lança foi enfiada em sua lateral. Quando isto aconteceu, na mesma hora, sangue e água jorraram dali. Jesus sabia o que era ter um coração quebrantado e ferido. Ele foi traído por Judas, foi rejeitado pela multidão que pedia que ele fosse crucificado. Uma pessoa de dentro do seu círculo íntimo de amizades o havia negado. Sua nudez foi vista por todos e ele sofreu a pior experiência de todas: ter sido abandonado por Deus Pai (Mc 15:34). Sua dor resumiu-se em um profundo clamor: “Deus meu, Deus meu, por que me abandonaste?” Seu coração se arrebentou de dor e pesar naquela experiência. Clinicamente é dito que, quando você sofre tamanha agonia, o seu coração desenvolve um saco de água ao redor dele. Os soldados não perfuraram o seu coração. Nosso Senhor morreu com um coração ferido pela própria humanidade, fazendo com que a água e o sangue fossem derramados por nós. A alegria do Senhor é roubada quando temos corações feridos. Não temos forças. A vida inteira de uma pessoa pode ser afetada. Perdão é a chave para seu coração curado. Jesus anunciou o seu ministério em Lucas 4:18 dizendo: “O Espírito do Senhor é sobre mim, pelo que ele me ungiu para pregar as boas novas aos pobres ele me enviou a curar os quebrantados de coração”. Porque o sangue e a água escorreram, podemos reivindicar nossos corações sarados de volta. Podemos andar na alegria do Senhor, sermos fortes emocionalmente e seguros, e vivermos debaixo de céus abertos. 7. Ele foi ferido A última parte que sofremos perdas em nossas emoções é a do nosso homem interior. Em Isaías 53:5 vemos: “Ele foi traspassado por nossas transgressões, ele foi moído por nossas iniqüidades”. A sétima vez que Jesus derramou o seu sangue foi quando Ele foi moído por nossas iniqüidades. Ser moído fala de uma hemorragia interna. A Bíblia diz que os pecados dos pais são visitados na terceira e quarta geração. Isto é chamado de maldição hereditária.
Muitos sofrem de dores internas resultado das iniqüidades de seus antepassados repassados a eles. E isso resulta, muitas vezes, em dores emocionais ou sofrimentos. Jesus foi moído de tal forma que podemos ser curados de dentro para fora. Por causa do sangue, podemos ser curados física, emocional e espiritualmente. Tais bênçãos e recursos encontram-se à disposição de todos aqueles que crerem, confessarem as conquistas e se dispuserem a reinar com Cristo em vida. Podemos viver nesta vida aquilo que Deus projetou para Adão e Eva, sim.
No mundo, teremos aflições, mas Ele nos promete a vitória, o consolo e o êxito. Ele nos promete fazer mais do que vencedores, por causa da redenção, para que possamos conquistar a terra que mana leite e mel nos mais diferentes setores da sociedade que estivermos inseridos, desfrutando da vida abundante que Ele, como bom Pai, quer para nós, Seus filhos.
fonte mir |
Terra Nova e Malafaia, pela unidade do Reino, fazem Congresso em Brasília
Em primeira mão para o site do MIR, o Apóstolo Terra Nova dá entrevista sobre seu encontro com o Pastor Silas Malafaia. Resultado de jejum e oração, esse encontro é um marco para uma mudança no Brasil, em 2008, e prova que Deus começou a mover os céus da Nação. Durante a conversa, falaram sobre assuntos como vida pessoal, Visão Celular e diferenças ministeriais, acertaram pendências e provaram, mais uma vez, que Jesus Cristo sempre prevalece
Redação MIR | Apóstolo Terra Nova, quem intermediou o seu encontro com o Pastor Silas Malafaia?
Ap. Terra Nova | Existe um homem de grande influência na Flórida, chamado Gidalt Alencar, que inclusive foi o tradutor de Morris Cerullo em Maio de 2007 no MIR. O Pastor Gidalt é Presidente da Ordem dos Pastores na Flórida e pastoreia uma igreja em Boca Raton. Há algum tempo ele vinha trabalhando comigo a questão de termos esse encontro e achei oportuno que fosse na Flórida durante nosso tempo de férias.
Redação MIR | Qual foi a sua impressão pessoal do Pastor Silas?
Ap. Terra Nova | Fui surpreendido! Pensei encontrar um homem duro, difícil, gabozo e mal humorado, a imagem da televisão e da leitura pessoal. Pensei que ele fosse um indivíduo com dificuldade de estender a mão para ministrar a paz do Senhor. Também cogitei a possibilidade de uma reunião conflitante... Porém encontrei um homem “manso”, para o nível daquilo que eu esperava, tranqüilo, muito solícito, aberto, convicto, risonho, hilário. Enfim, eu me surpreendi, e como gosto de pessoas inteligentes, gostei de como o encontro foi conduzido. O Pastor Gidalt é uma pessoa descontraída e me ajudou muito a dar informalidade ao encontro. Isso fez com que nos apresentássemos desarmados e deixou um saldo muito positivo deste encontro.
Redação MIR | Houve resistência em alguma das partes, quando convidados?
Ap. Terra Nova | Não. Já estávamos amadurecidos com a idéia e foi julgado por ambos que chegara o tempo. Mas confesso que em outro tempo não seria tão relevante e aproveitador, com satisfatório resultado como nesta época.
Redação MIR | O senhor mencionou em uma reunião que esse encontro foi exatamente como sonhava que fosse. Então já tinha planos para uma possível aproximação?
Ap. Terra Nova | Eu estava preparado para uma conversa. Isso era inevitável, teria que acontecer até mesmo pela velocidade das conquistas que a Visão vem logrando por este tempo. Foram ensaiados muitos encontros desde 2000, e outros líderes chegaram a projetar esses encontros em cafés da manhã, almoços, jantares, e nunca deu certo, porque não era o tempo de Deus! Coincidiu de estarmos juntos em hotéis, aeroportos e aeronaves; estivemos juntos, mas nunca nos encontramos, mas era inevitável que um dia teríamos que sentar para resolvermos questões de relacionamento entre a Visão, e outros segmentos evangélicos, teologicamente falando.
Redação MIR | Vocês farão um Congresso juntos em Brasília no mês de Julho de 2008. Quais são suas expectativas?
Ap. Terra Nova | Eu sou muito resolvido, tenho um coração muito crédulo e sei que teremos dois públicos em Brasília, um de apaixonados e outro de curiosos. Espero deixar em Brasília um legado, os apaixonados curiosos, e os curiosos apaixonados, porém ambos com um só sentimento: Jesus Cristo prevaleceu e o Reino de Deus ganhou muito com isso.
Redação MIR | Ambos são cientes que isso gerará uma polêmica na Nação? Como pretendem lidar com isso?
Ap. Terra Nova | Existe uma diferença de entendimento na mente do líder e do liderado. Os líderes são mais velozes para entender as coisas. Os liderados que tiverem um líder bem preparado não sofrerão dificuldades de absorção, pois no final o Reino é quem ganha com isso. Temos que celebrar na maturidade e confiança que estamos consolidados. Vamos apascentar os que desejam ser apascentados e vamos compreender os que não aceitam essa unidade. Para mim, as coisas simples são para os simples e as complicadas para os complicados. Como sou uma pessoa simples, recebo tudo com naturalidade.
Redação MIR | O Pastor Silas Malafaia sempre deixou bem claro que é contra a forma que a Visão trabalha. Como vocês trabalharão juntos sendo de doutrinas distintas?
Ap. Terra Nova | Existe algo na vida de um líder chamado maturidade para relacionamento. Nas nossas diferenças nos completamos. A proposta do Reino não é para os iguais, mas sim para os diferentes; e podemos ser diferentes na nossa proposta de ministério, mas somos iguais no propósito central: levar Jesus às multidões. É fácil conviver com os iguais, mas mostramos que somos maduros quando convivemos com as diferenças e temos habilidades para gerenciá-las. Quando encontramos as pessoas diferentes, é um bom sinal porque ali está o desafio da nossa humildade para aprendermos uns com os outros. Na vida, se alguém quer tirar lucro da situação, tem que aprender a andar com a diferença, caso contrário, seremos cúmplices da mesmice e vítimas da mediocridade.
Redação MIR | Houve, em algum momento, acerto de pendências entre ambas as partes?
Ap. Terra Nova | Falamos sobre 3 coisas: 1. Família, nos apresentando, tudo informalmente... 2. Falamos sobre o cenário eclesiológico nacional e a crise da Igreja. 3. Conversamos sobre idéias e, dentre esses assuntos, inteligentemente, falamos sobre tudo que estava pendente. No final, oramos, pedimos perdão a Deus por aquilo que ferimos a santidade dEle inconscientemente e deixamos em aberto a pauta para outros e outros encontros com a mesma saúde deste.
Redação MIR | Qual a sua conclusão deste encontro?
Ap. Terra Nova | No dia 19 de Abril de 2000, fiz uma oração em público, em Porto Seguro, quando o assunto polêmico sobre a Visão fervilhava nos arraiais da Nação. Claro que o meu temperamento domado ajudou muito a evitar uma colisão e eu orei com mais de 5000 líderes naquele dia, e pedi a Deus uma mudança radical daquela fala e daquele sentimento que estava sendo lançado sobre nós, e o Brasil é testemunha que eu pedi a aproximação de Silas na Visão. Ora, eu sou representante da Visão, eu sou um dos líderes principais da Visão no Brasil, e, justamente em 2008, quando sinalizamos todos os cumprimentos da nossa profecia, Deus provoca este encontro. O mundo espiritual é extremamente organizado e tudo ao tempo do Senhor é formoso e perfeito. Acredito que fechou um ciclo e abriu-se um novo, e este tempo novo só vai saber ler quem se deixou ser alfabetizado para este novo momento. |
Na última Quarta-feira, 09, a Rede da Família teve a presença de Carlos Rilmar, ex-cantor de forró do Grupo Mastruz com leite. De maneira descontraída, ele contou e cantou seu testemunho em ritmo de Forró. Disse que a primeira experiência com Jesus foi em 12 de Julho de 1997, na cidade de Acarau, interior do Ceará, quando estava em um hotel ao lado da Igreja Presbiteriana.
Quando estava dentro do hotel, em um quarto fechado com ar-condicionado ligado, Rilmar ouviu um louvor que mexeu tanto com ele que foi a Igreja para saber o que estava acontecendo. “Dessa forma Deus me pegou. Daquele dia em diante o Senhor transformou a minha vida e o meu casamento por completo”, disse. Fotos e vídeos da época em que ele se apresentava nos palcos seculares foram exibidos nos telões do Templo, atraindo a atenção de todos por causa da diferença entre o antes e o depois. Apesar de uma vida nas baladas, ele disse que não bebia, não fumava, não usava drogas, devido a criação religiosa que teve, mas em contrapartida era um homem prostituto.  Ao lado da esposa Andrezza, que também relatou a experiência que tiveram para servir a Cristo, e dos filhos Carlinhos, Elias e Esdras, eles têm caminhado em família no discipulado, na Palavra e nas viagens que fazem para propagar o Reino de acordo com o talento que Deus lhes tem concedido. O testemunho de Carlos Rilmar impactou aos presentes, principalmente aos visitantes. Através do testemunho do cantor, nada mais nada menos do que aproximadamente 100 pessoas fizeram a decisão por terem suas vidas transformadas. Tal fato explica, notadamente, o slogan: “De príncipe do Forró a servo de Deus”. fonte mir
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No mês de setembro de 2008 foram criados no País 282.841 empregos formais, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgado nesta quarta-feira pelo então ministro do Trabalho, Carlos Lupi. Este é o melhor resultado da série histórica para o mês, tendo superado em 12,6% o antigo recorde, atingido em 2007, com 251.168 postos. O crescimento, com relação ao registrado em agosto, é de 0,92%. Entre o mês de janeiro e setembro deste ano foram criados 2.086.570 empregos, ultrapassando em 25,2% o recorde para o período registrado em 2004 quando, nos nove primeiros meses do ano, foram criados 1.666.188 postos de trabalho totais. Esse é maior resultado para o mês desde o início da série história do Caged, em 1992. 'Nos últimos doze meses, o Brasil gerou 2 milhões e 50 mil empregos formais, nos últimos seis anos e meio, 8 milhões e 400 mil empregos formais. Na década de 90, gerou 107 mil empregos por ano. E os indicadores do comércio do mês de outubro demonstram que iremos crescer de 8% a 10% sobre o montante de negócios do ano de 2007' Jonathan Rodrigo Cardoso |
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